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5 curiosidades sobre fertilidade

Atualizado: 6 de set. de 2022

Reserva ovariana, métodos de fertilização, anticoncepcionais...algumas das palavras bastante usadas quando se fala em fertilidade. Mas o assunto ainda é pouco explorado. Esclarecemos algumas dúvidas para você.

A sexualidade é ampla e muitos temas continuam tabus dentro deste universo, especialmente a fertilidade. Aos poucos, empresas focadas neste nicho começam a nascer e educar o mercado de saúde feminina como o caso da Fertilid, que colocou no lançou há 1 ano o primeiro self-test do Brasil focado na saúde dos ovários. Agora a femtech também oferece a ferramenta "Planeje", dentro do site da empresa. Este novo serviço gratuito exibe uma linha do tempo que guia a visualização e entendimento dos principais fatores que podem afetar a fertilidade, ano após ano. São fornecidas informações sobre janela reprodutiva, declínio da fertilidade, período de climatério até a menopausa e taxa de abordo espontâneo para cada faixa etária. É um tema robusto e que ainda gera muita discussão. Por isso, reuni algumas das principais dúvidas e conversei com o time de Fertilid para esclarecermos um pouquinho mais o assunto. Confira!


O uso de anticoncepcionais pode atrapalhar e diminuir a fertilidade?

Pílulas, DIUs hormonais, adesivos, anel vaginal, injetável mensal e implante de etonogestrel são métodos hormonais que não interferem com o retorno aos ciclos. O único método associado à demora na retomada dos ciclos ovulatórios é a medicação injetável trimestral. Após a interrupção do uso do medicamento, pode levar até 1 ano para essa retomada.


Fluxo menstrual muito intenso diminui a reserva ovariana de forma acelerada?

O fluxo menstrual está mais relacionado ao útero (endométrio) e pode ser influenciado por doenças como miomas e pólipos. Sabemos que a menstruação depende de ciclos ovulatórios, entretanto, não é influenciada pela quantidade de folículos daquele ciclo e sim, pela produção hormonal.


Mulheres diagnosticadas com baixa reserva ovariana (AMH baixo) significa que não poderão ter filhos?

Não! A reserva ovariana é um marcador numérico e não está associada à qualidade dos óvulos. Quando diagnosticamos uma baixa reserva, abre-se um leque de possibilidades: preciso, posso ou devo engravidar agora ou é melhor esperar um pouco e avaliar o congelamento de óvulos ou de embriões? Questionamentos essenciais para serem discutidos com especialistas.


Vale a pena congelar óvulos após 35 anos?

Não existe idade limite. Costumamos falar que o ideal é antes dos 35 anos, porque, a partir dessa idade, há uma queda mais acentuada na qualidade e na quantidade dos óvulos. Isso pode significar uma maior dificuldade para obter uma quantidade adequada de óvulos(necessitando de um número maior de tratamentos) e, por consequência, uma maior dificuldade para engravidar no futuro.


Genética influencia na fertilidade?

Não necessariamente. Não é porque algum familiar nosso teve dificuldade para engravidar que nós também teremos. Porém, é importante entender se sua mãe ou família passaram por menopausa precoce, pois isso pode influenciar sim sua reserva ovariana. Algumas doenças ou outros problemas ligados à dificuldade de engravidar podem surgir de uma pré-disposição à determinada doença como, por exemplo, a síndrome dos ovários policísticos ou a endometriose, que costumam aparecer em parentes de primeiro grau.


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*Texto originalmente publicado para o site da Vogue Brasil.

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